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@montini

Somn.IA | Ilumine Seus Sonhos

33 seguidores38 seguindo9 sonhos públicosDesde 3 de junho de 2026
Olhos azuis leem minha alma◈ Analisado
30 de julho de 2026

Sonhei que estava visitando a família da minha esposa nos Estados Unidos, era a primeira vez que nos conhecíamos pessoalmente. A casa era grande, assim como a família desse lado. Como falavam pouco português, nos comunicávamos em inglês. Alguns momentos do sonho ficaram gravados em mim de forma isolada: houve um instante em que ajudei a consertar um cano. Almoçamos em uma área externa da casa e, apesar de estarmos nos Estados Unidos, havia muitos itens antigos espalhados pelo ambiente como uma televisão de tubo, diante da qual assistíamos ao noticiário mesmo convivendo com uma outra televisão, grande e moderna. Estávamos no quintal quando outros familiares chegaram para nos conhecer. Uma prima da minha esposa trouxe dois filhos pequenos: um com cerca de um ano e meio, o outro em torno de três. Sentei no chão, abri os braços e sorri amplamente, aguardando a reação deles. Timidamente, as crianças se aproximaram e pararam bem à minha frente. A mais velha, de olhos grandes e azuis, fixou o olhar no meu e eu pude sentir que ela estava lendo a minha alma. Para a minha felicidade, ela retribuiu o sorriso, e juntas, as duas crianças me deram um longo e caloroso abraço. Em outro momento, mais familiares chegaram à casa. Apesar da minha ansiedade sobre como seria a recepção, ela se mostrou completamente acolhedora. Em determinado momento, todos se deslocaram para outra área da propriedade. O terreno lembrava uma chácara, era vasto. Os familiares caminharam em direção a uma entrada que levava a uma construção que remetia a um castelo. Fiquei deslumbrado diante daquela obra arquitetônica, mas eu e minha esposa permanecemos onde estávamos. Sentimos que só deveríamos seguir se fossemos convidados. Um primo mais novo se prontificou a perguntar se poderíamos acompanhá-los. Os familiares já haviam entrado no castelo quando ele voltou com boas notícias: poderíamos, sim, fazer parte do passeio. Adentramos um ambiente literalmente medieval. O teto era altíssimo, a construção de estilo gótico. Aguardávamos sentados em um longo sofá, admirando aquele momento em silêncio, deslumbrados com a grandeza de tudo, quando um familiar me ofereceu uma dose de whiskey. Estava delicioso! Era leve, aveludado, com um suave sabor de baunilha e o melhor: era produzido ali mesmo. Foi então que compreendemos o que estava diante de nós. Toda aquela construção pertencia à tia da minha esposa. Ela era a proprietária e administradora, sozinha, de tudo aquilo. O estilo de vida modesto que levava nos Estados Unidos era uma forma deliberada de desviar a curiosidade alheia.

Teto de Aço Verde e Crepúsculo◈ Analisado
20 de julho de 2026

Eu fui até o comércio da minha tia, tia essa ao qual me identifico muito e sempre teve um viés mágico. Ela rodava uma loja de produtos exotéricos. Ao passar pelo balcão, diriji-me ao fundo da loja onde uma escada me levaria aos andares superiores. Um gato preto, ainda pequeno me recepcionou na escada e ali depositei alguns minutos brincando com ele. Ao chegar no andar superior, era tudo mágico: o teto era muito alto e remetida uma arquitetura neo-gótica. O teto era composto por estruturas de aço esverdeadas pelo tempo, com pinos a mostra, em formato de arco e entre eles, vidros que permitiram a luz natural e o deslumbre do céu e sua mudança climática. Pude observar o crepúsculo que consagrou aquele momento perfeito, envolto do misticismo da loja. Havia uma mesa de madeira longa que se estendia ao longo da loja. O piso também era de madeira, tudo remetida a um cenário Harry-Potteriano.

Igreja Cheia, Pés em Esquadro◈ Analisado
14 de julho de 2026

Não me lembro de todo o sonho, mas o contexto era dentro de uma igreja, grande, católica, durante uma missa. A igreja estava lotada e eu sentava a esquerda do padre. Houve um momento em que uma mulher falou. Estávamos munidos de livros, como se fosse um grande grupo de estudos. Houve um momento em que eu fiz uma leitura, o parágrafo era em inglês. Outro detalhe importante era a minha preocupação na posição dos meus pés: calcanhares juntos e pés abertos em formato de esquadro.

Freira do Carro Vermelho Equilibrado◈ Analisado
12 de julho de 2026

Sonhei que estava de bicicleta na região da Avenida Paulista, e ao cruzar uma rua, por um centímetro não colidi com um carro. O carro tinha um estilo "retrô-futurista", tinha o aspecto de um furgão, era vermelho Ferrari e notei que quando parado, era como se estivesse sendo equilibrado por um sistema tipo "Segway". O vidro lateral da condutora era verde, e afirmo condutora porque constatei que era uma freira quem conduzia. Ela ciente do acidente que quase havia ocorrido, tentou abrir a porta do veículo, que fechou automaticamente, exibindo uma não-familiaridade com o carro. Na segunda tentativa foi bem sucedida e a irmã com um grande sorriso me acolheu, perguntou se eu estava bem e se precisava de ajuda, respondi que estava tudo bem e que nem eu sabia como havia evitado o acidente. Notei que ela vestia um traje religioso semelhante ao estilo da vestimenta das freiras que dirigem a escola do meu filho, que é um colégio Franciscano. Mencionei o nome da Irmã responsável pelo colégio e ela disse que esse nome era familiar. Por fim, ela ofereceu que eu entrasse no veículo para me dar uma carona, mesmo eu estando de bicicleta. Eu agradeci e logo me despedi pois estávamos impedindo a passagem de um carro.

Montanha de luz e espada luminosa◈ Analisado
30 de junho de 2026

Sonhei que despertava no alto de uma montanha cercada por um céu profundo, onde auroras douradas cruzavam o horizonte como rios de luz. O vento era firme, mas transmitia uma estranha sensação de confiança. À minha frente havia um antigo caminho de pedra que brilhava discretamente, como se conhecesse cada passo que eu daria. Enquanto caminhava, encontrei enormes árvores de troncos escuros e folhas prateadas. Entre elas surgiam criaturas silenciosas feitas de luz, semelhantes a lobos, que me acompanhavam sem demonstrar ameaça. Sua presença inspirava lealdade e coragem. Ao chegar ao topo de um penhasco, vi um castelo de cristal negro refletindo milhares de estrelas. No centro do salão principal repousava uma espada forjada em metal luminoso. Quando a segurei, ela não parecia pesada; era como se tivesse sido criada exatamente para mim. Naquele instante, símbolos dourados percorreram sua lâmina e uma energia calma tomou conta de todo o ambiente. Do lado de fora, um grande dragão branco pousou diante do castelo. Em vez de intimidar, transmitia respeito. Montado sobre ele, atravessei o céu acima de florestas infinitas, oceanos cintilantes e cidades iluminadas, observando tudo com uma sensação de propósito, liberdade e domínio. Antes de acordar, o dragão pousou novamente no topo da montanha. " Despertei com uma profunda sensação de plenitude, confiança, paz e a certeza de que o caminho à frente estava aberto.

A brincadeira que quase desabou◈ Analisado
28 de junho de 2026

Eu estava em um ambiente de trabalho, um escritório. Alguns rostos familiares me cercavam. A situação começou a se desenrolar quando uma entrega de produtos havia chegado destinada a uma amiga que, no sonho, era minha colega de trabalho. Essa amiga eu conheço de longa data: fui professor de inglês da filha dela e, hoje, nossos escritórios são literalmente separados por um corredor. Quando ela chegou, perguntou sobre os produtos. Não sei bem explicar o motivo, mas o fato é que o valor na nota fiscal estava muito acima do que realmente era, o valor correto era R$ 110,00. Resolvi pregar uma peça nessa amiga. Disse que a nota estava sobre sua mesa. Quando ela a viu, ficou muito assustada com o valor e começou a questioná-lo. Os demais colegas sabiam que se tratava de uma brincadeira. No entanto, o marido dela chegou ao escritório e ela tratou de comunicá-lo imediatamente. Não sei explicar o porquê, mas de alguma forma eu era responsável por aquele acréscimo na nota, como se eu houvesse feito a compra e minha amiga fosse responsável pelo escritório de forma geral, cabendo a ela, portanto, arcar com aquele valor. O marido, alguém que vejo pouco na vida real mas por quem tenho muito apreço e consideração, também me questionou sobre o valor. Comecei a dar respostas evasivas e rasas. A cada resposta minha, a expressão do seu rosto mudava, e junto com ela, a sua paciência. Ele começou a se dirigir a mim em um tom semi-agressivo. Passou a procurar a nota fiscal, até então havia sido apenas informado sobre o valor, e quando a encontrou, virou um copo de cerveja de uma vez só. Era uma pint, e parecia que ele estava retornando de alguma festa. Com a nota nas mãos, começou a lê-la item por item, visivelmente nervoso. Em seguida, começou a ligar e a gravar mensagens de voz, como se estivesse falando com o suporte do estabelecimento onde as compras haviam sido feitas. Foi naquele momento que eu compreendi que a brincadeira já havia ido longe demais. Perguntei: -Para quem você está mandando mensagens? Ele respondeu algo, ainda muito nervoso, dizendo que estava resolvendo aquela situação. Foi então que eu, em bom tom e com a voz bem alta, anunciei: -Então pode parar, porque tudo não passa de uma pegadinha. O escritório inteiro irrompeu em aplausos, como em um programa de televisão. Minha amiga começou a chorar, de emoção, assim como algumas outras pessoas ao redor. A brincadeira havia sido muito bem orquestrada. Dirigi-me até o marido, que ainda estava sentado. Ele me cumprimentou com um aperto de mão, levantou-se e me deu um abraço. Ele era consideravelmente mais alto do que eu o conhecia na vida real. Mentalmente, enquanto todos no escritório saboreavam aquele momento de descontração, eu me questionava sobre a estatura daquele amigo. No escritório também estava presente um ex-vizinho meu, alguém bastante alto, mas o marido era ainda mais alto do que ele. No fim, tudo ficou bem.

Meu Filho na Neve Londrina◈ Analisado
28 de junho de 2026

Eu sonhei que o meu filho estava em Londres e era um dia muito frio e estava nevando. Eu via o Big Bang lá no fundo e o meu filho estava vestindo uma jaqueta sobretudo e o dia estava bem nebuloso.

Silêncio na telemetria, caos no Rio◈ Analisado
18 de junho de 2026

Eu era membro de uma missão espacial de proporções épicas, daquelas que a humanidade tem uma chance de mostrar ao mundo o seu potencial. Corta para uma visão de expectador: Como se em um filme, eu observo a equipe. Em um momento operacional, enquanto a tripulação mudava de um módulo a outro, ouve um problema técnico o que ocasionou na explosão da nave. Todos, sem a menor chance, morreram. De volta ao centro de operações em terra, membros da equipe (eu como expectador), observava técnicos chamando a nave pelo rádio, sem resposta. A medida que não havia retorno, a esperança começava a desaparecer e a angústia aumentava na equipe, até que, os dados não mentem. Uma tela exibia componentes da nave se distanciando, claramente sendo destroçada. Dados chegavam pela telemetria ainda em atividade. A tristeza tomava conta de todos, sentimento de frustração e perda inimaginável. Tempo depois, não sei precisar, ofereceram um banquete em homenagem a tripulação. Eu me preparava para o evento, estava tomando banho em um lugar que não era meu. Por algum motivo eu acredito que era no Rio de Janeiro, apesar de não ter vínculo algum com a cidade. Eu tomava banho e ao mesmo tempo tinha uma certa visão através de uma janela. Agora não sei precisar se olhando através da janela eu comparei a vista com o Rio de Janeiro não pela beleza natural, mas pelo caos urbano, um amontoado desorganizado de casas e edifícios. Seu dizer que eu estava em um lugar alto.

Despertar dentro do sono◈ Analisado
12 de junho de 2026

Sonhei que estava dormindo, e dentro desse sono eu sonhava, até que, naquele sonho mais fundo, acordei. Não sei ao certo se ainda estou dentro do meu próprio sonho. Seria a Matrix ou Inception? Qual é o segredo dos sonhos?