Investimento, banca e os fantasmas dos anos oitenta
Somnia·Anônimo·sábado, 25 de julho de 2026

Investimento, banca e os fantasmas dos anos oitenta

Vou relatar partes isoladas de um sonho:

Eu e a minha esposa estávamos sentados com algumas pessoas desconhecidas, na área verde de uma calçada

Eu e a minha esposa estávamos sentados com algumas pessoas desconhecidas, na área verde de uma calçada. Do lado que estávamos não haviam casas, do outro lado, casas que remetiam uniformidade em sua arquitetura, e estavam quase todas em mal estado de conservação. Eram prédios pequenos, não mais do que quatro ou cinco andares, eram todos colados uns aos outros. A discussão entre nós era; se valia a pena o investimento nesses imóveis, contando com a valorização futura. Para mim, sim!

Em outro momento do sonho, eu e a minha esposa chegávamos a uma agência bancária, estávamos de carro ( o veículo era dos anos 80/90 não sei precisar). Ela desceu e consegui estacionar em uma boa vaga, bem em frente a porta. Adentramos a agência bancária, não sei dizer o motivo de estarmos lá. Subimos ao segundo pavimento, nos ambientamos e a minha esposa entrou em uma sala, se identificou, e uma pessoa prontamente se apresentou e depois veio ao meu encontro e pediu que o acompanhássemos. Ele nos levou ao fundo da agência, para a nossa surpresa, haviam vários senhores e senhoras de idade, todos sentados. Essa área da agência bancária mais parecia uma sala de estar. Chegamos e tivemos dificuldade em encontrar cadeiras disponíveis. A minha esposa ficou de um lado, e eu tive que ir para outro, oposto a ela. Havia uma tv e estava passando um video-clip, dançante, da década de 80. Eu e a minha esposa trocávamos olhares e sorrisos da situação bizarra. Fiz menção que ela filmasse aquele momento atípico. Quando o clip terminou, os idosos levantaram em grupos e se retiraram do ambiente, enquanto o funcionário que nos recebeu anteriormente, retornou e disse que agora estava mais tranquilo para que eu e a minha esposa fizéssemos a entrevista de emprego. Olhei para a minha esposa surpreso, pois não estávamos procurando emprego, mas por diversão, concordamos e fomos levados a salas individuais onde a entrevista ocorreria.

Ainda em outro momento, lembro-me de estar dentro de um prédio comercial. Não havia ninguém além de mim nessa sala. Haviam computadores "vintage" e muito material informático que para mim, eram relíquia histórica, para muitos, mera tranqueira. Sai da sala e caminhei pelo corredor deserto, onde percebi outra sala com a porta aberta. Havia uma mulher, ela era atraente e também empreendedora. Conversamos brevemente por alguns minutos. Fiquei surpreso pelo andar não estar completamente vazio.

Ressonâncias

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