Sonhei que levava minha esposa à igreja de carro. Era uma igreja grande, de fachada muito extensa. Entrei com o carro em uma área onde não tinha certeza se era permitido ou não. De qualquer forma, avancei, subi uma rampa e a igreja se encontrava em um nível um pouco mais elevado do que o da rua. Minha esposa desceu do carro e reclamou, como era de se esperar, dizendo que aquilo não seria permitido. Ainda assim, eu sabia de alguma forma que naquela área era sim permitido, pois no chão havia um tipo de mosaico que delimitava os limites das diferentes áreas da igreja e indicava até onde se podia ir. Minha esposa então desceu e caminhou em direção ao interior do salão.
❝Já vestido com seus paramentos, aproximou-se de mim e disse: "Filho, pode ficar tranquilo, não há problema algum em entrar com o carro — é justamente para isso que temos essa rampa❞
O padre estava do lado de fora. Já vestido com seus paramentos, aproximou-se de mim e disse: "Filho, pode ficar tranquilo, não há problema algum em entrar com o carro — é justamente para isso que temos essa rampa. Você só não pode avançar mais à frente." Respondi: "Sim, padre, eu acreditava nisso mesmo, pois já estava vendo a delimitação ali no chão, no mosaico." Ele concordou satisfeito.
Então, em algum momento — de repente, sem que eu soubesse exatamente como —, fiz menção de que não deveria parar o carro entre as colunas, e nesse instante tudo se transformou. Já não se tratava mais da igreja. Era uma sessão da maçonaria.
Um irmão se aproximou e perguntou: "Você não vai participar?" Respondi que participaria da próxima sessão, como se houvesse mais de uma ao longo do dia. Ele disse que tudo bem. Mas então me detive, refleti e pensei melhor. Falei: "Bom, meu terno está no carro — sabe o quê? Vou participar desta sessão sim." O horário de início já estava bem próximo. Entrei em uma sala para me trocar e vestir meus paramentos.
O que no início do sonho parecia ser algo ligado à Igreja Católica havia se transformado em uma sessão maçônica. E participar daquela sessão, eu sabia dentro de mim, era algo muito prazeroso, muito importante — algo profundamente significativo para mim e para quem eu era.